40 anos da ‘Banda do Vai Quem Quer’: história do maior bloco de carnaval de Rondônia

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É no embalo do “Menina Mulher, Sua Banda do Vai Quem Quer” que o Jornal de Rondônia 1ª Edição começou exibir nesta segunda-feira (17) o especial Na Brincadeira Entra Quem Quiser. São cinco episódios que traçam a história dos 40 anos do bloco carnavalesco Banda do Vai Quem Quer, o maior de Rondônia. Confira!

A Banda

O ano era 1981. Um grupo de amigos boêmios e apaixonados pela cultura discutia os problemas dos carnavais. Daí, nasce a Banda do Vai Quem Quer. Entre os amigos estava Manoel Mendonça, o Manelão, que ficou conhecido mais tarde como o “General da Banda”. Segundo Silvio Santos, um dos fundadores do bloco carnavalesco, a Banda surge como uma espécie de protesto sob inspiração de um bloco carioca. A ideia deu tão certo que a Banda, hoje, é patrimônio cultural do estado.

De Manelão a Siça

É em 1984 que a concentração do bloco passa a ser no cartão postal de Porto Velho: as Três Caixas D’Água, local que seguiu sendo o ponto de partida da folia da Banda pelos próximos 10, 20, 30 anos. Mas, depois desse tempo, o General Manelão realizou uma festa para comunicar algo que pegaria todos de surpresa. Ele pediu que a filha, Siça, nunca deixasse o bloco acabar. Manelão se foi em 2011, mas deixou um legado cultural importante para Rondônia. Como ele mesmo dizia: “A Banda não tem dono. A Banda é do povo”.

No embalo da marchinha

“Chegou a Banda, a Banda, a Banda. … A Banda do Vai Quem Quer”. Essas palavras começaram a ser escritas em 1981 para o primeiro desfile da Banda. Hoje é nada mais nada menos que o hino do bloco. O responsável por eternizar a música é um dos seus fundadores: Silvio Santos. Mas outras muitas foram marchinhas foram escritas e cantadas por muitos foliões.

Fonte: G1.Globo

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