Caçulinha festeja mais de 60 anos de música em álbum com Wanderléa e Daniel

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Claudette Soares, Mônica Salmaso e Sérgio Reis também participam do disco gravado ao vivo em show do acordeonista.

♪ O título do álbum recém-lançado por Caçulinha – 60 anos de música, disponível inclusive no formato de CD em edição da gravadora Kuarup – arredonda uma data para efeitos mercadológicos. Contudo, a rigor, o músico paulista de 80 anos – nascido em março de 1940, na cidade de Piracicaba (SP), com o nome de Rubens Antônio da Silva – já está em cena há mais de 65 anos.

Tendo começado a tocar acordeom aos oito anos, Caçulinha já tinha participado de programas de rádio quando, aos 15 anos, formou dupla com o pai, Mariano. O apelido Caçulinha nasceu, aliás, da alusão ao fato de o menino prodígio ter um tio chamado Caçula que formara dupla com Mariano.

De todo modo, quando subiu ao palco do Teatro Itália (SP) na noite de 6 de novembro de 2019, para gravar ao vivo show feito na cidade de São Paulo (SP) com convidados como Daniel e Wanderléa, Caçulinha celebrava 60 anos de carreira fonográfica, já que lançou em 1959 o primeiro disco, um single de 78 rotações por minuto editado pela gravadora Todamérica.

Datas à parte, Caçulinha é acordeonista e pianista popularizado nacionalmente pela atuação em programas de rádio e TV, como o Domingão do Faustão (TV Globo), no qual o músico trabalhou de 1989 a 2015.

No disco 60 anos de música, o artista celebra a trajetória ao lado de solistas vocais. Wanderléa se junta a Caçulinha nas interpretações da toada A saudade mata a gente (João de Barro e Antônio Almeida, 1948) e de Felicidade (Lupicínio Rodrigues, 1947).

Mônica Salmaso – que gravou a participação horas antes do show, por incompatibilidade de agenda, mas no mesmo palco do Teatro Itália – tem a voz ouvida em Contrato de separação (Dominguinhos e Anastácia, 1979).

Sérgio Reis marca dupla presença em O menino da porteira (Teddy Vieira e Luís Raimundo, 1955) e Deusa da minha rua (Newton Teixeira e Jorge Faraj, 1939). Daniel reacende Fogão de lenha (Maurício Duboc, Carlos Colla e Xororó, 1987) com Caçulinha.

Ayrton Montarroyos percorre Estrada do sol (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1958). Já Claudette Soares dá voz ao samba-canção Encontro com a saudade (Billy Blanco e Nilo Queiroz, 1960), uma das músicas menos conhecidas do repertório do disco em que Caçulinha celebra (mais de) 60 anos de música.

Fonte: G1.Globo

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