Dusty Hill, baixista do ZZ Top, morre aos 72 anos

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O som deles começa a mudar em “Degüello”, de 1979, quando o blues rock puro abre espaço para outras influências mais modernas. O trabalho seguinte, “El Loco” (1981), traz Gibbons e Hill usando as barbas e os óculos escuros que, em breve, os tornariam astros da geração MTV, e que, desde então, se tornou o maior símbolo visual deles.

“Eliminator”, lançado em 1983, foi o responsável por esse estouro, ao trazer o rock básico mesclado com sintetizadores e uma produção que mesmo moderna e típica da época, não descaracterizou-os. Dele saíram os hits singles “Gimme All Your Lovin'”, “Legs” e “Sharp Dressed Man”, que renderam clipes inesquecíveis.

O álbum os tornou mais famosos no resto do mundo, e nos EUA atingiu a marca de diamante, por vendas superiores a 10 milhões de cópias. O sucesso seguiu com “Afterburner” (1986), este o trabalho mais pop deles, que, nos EUA, ganhou cinco discos de platina.

A partir dos anos 90 eles voltaram, gradualmente, a fazer um som mais cru que seguiu bastante popular, mesmo que eles nunca mais tenham tido o mesmo pico de sucesso dos anos 80.

No século 21, os lançamentos diminuíram. Foram apenas dois álbuns: “Mescalero” (2003) e “La Futura”, de 2012, com produção de Rick Rubin, que os levou de volta ao top 10, após mais de duas décadas.

Segundo Gibbons, que lançou um álbum solo recentemente, eles gravaram muito material desde então com planos para lançar um novo trabalho de estúdio.

Veja uma das últimas performances de Dusty Hill:

Curta também o clipe de “Legs”

Ouça também uma compilação com os grandes momentos do trio:

 
Fonte: Vagalume

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