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Game of Thrones: o que já se sabe sobre os spin-offs da série

 

O episódio final de Game of Thrones, exibido no último domingo (19), pode não ter agradado todo mundo, mas não deixou de ser um sucesso. O capítulo derradeiro quebrou o recorde da série e foi o mais visto de todas as temporadas, com 19,3 milhões de espectadores nos EUA.

Uma rápida comparação: The Big Bang Theory, a popular sitcom nerd no ar há doze anos, exibiu o seu último episódio também nesta semana para um público de 18 milhões de pessoas. De acordo com a CNN, estima-se que a série da HBO teve uma média de 44 milhões de espectadores por episódio nesta oitava temporada (considerando aqueles que não veem ao vivo – e que provavelmente tomaram algum spoiler).

A série mal acabou, mas já há notícias e rumores sobre prováveis spin-offs – produções derivadas, que se passarão no mesmo universo de Game of Thrones, sem necessariamente possuir relação com a saga original.

Uma das pessoas por trás destes projetos é o próprio George R.R. Martin. Em seu blog, o autor da saga de livros que inspirou a série diz que cinco ideias de spin-offs para Game of Thrones foram apresentadas, e que pelo menos três delas estão em algum estágio mais avançado de desenvolvimento.

Por enquanto, a HBO revelou apenas novidades sobre uma delas – o elenco, inclusive, está praticamente definido. A seguir, reunimos tudo o que já se sabe desta série. Sempre bom reforçar: possíveis spoilers de Game of Thrones à frente.

Bloodmoon

A próxima série do universo de Westeros, segundo o jornal The Sun, está sendo chamada nos bastidores de Bloodmoon (“lua de sangue”, traduzindo ao pé da letra) e vai ser uma prequel, ou seja, vai se passar antes dos eventos de Game of Thrones. Milhares de anos anos antes, para ser mais exato.

No site oficial da HBO, a sinopse ainda é vaga, mas dá pistas sobre o que será abordado. A série mostrará a Era dos Heróis. Período famoso da história de Westeros, ocorre durante uma época de paz no continente, em que reinos e famílias tradicionais de lá prosperaram. O objetivo será retratar a queda desta era para um momento de “escuridão”.

O foco da série estará em contar as histórias mais antigas e conhecidas da mitologia do universo: a lenda dos Filhos da Floresta, a origem dos Caminhantes Brancos, os mistérios da região leste do mapa de Game of Thrones (o continente de Essos, por exemplo) e personagens lendários de casas como a dos Stark.

Por ora, o que há de mais consistente é o elenco do programa. 13 nomes já foram confirmados – entre eles, Naomi Watts (King Kong, Cidade dos Sonhos), que será a protagonista deste spin-off, e Miranda Richardson, a Rita Skeeter da saga Harry Potter. A personagem de Watts ainda não foi revelada, mas a HBO deu uma breve descrição: “uma socialite carismática que esconde um segredo sombrio”.

A criação da série fica à cargo da roteirista Jane Goldman (Kick Ass, Kingsman – Serviço Secreto) e do próprio Martin. O escritor, inclusive, será um dos produtores executivos e irá contribuir com o roteiro de alguns episódios, como fazia no início de Game of Thrones. De acordo com The Sun, as gravações do piloto já estão rolando e, se aprovado, a série pode estrear em 2020.

O que mais pode vir por aí?

O episódio final de Game of Thrones encerrou o arco de alguns personagens, mas deixou histórias em aberto. Fãs se manifestaram à favor de um spin-off de Arya Stark como uma exploradora das regiões desconhecidas pelos mapas do mundo da série, por exemplo. Um defensor dessa ideia? O escritor Stephen King.

Mesmo com pedidos como este, não há indícios de planos para séries derivadas diretamente da história da saga principal. Mas há algumas pistas sobre o futuro deste universo. Em seu blog, na mesma postagem que falou sobre os spin-offs, Martin sugeriu que os fãs lessem “Fogo & Sangue”, livro que se passa 300 anos antes de Game of Thrones e conta a história da família Targaryen e como eles conquistaram Westeros.

Seria uma prova de que teremos mais dragões na TV ou apenas uma jogada do autor para vender mais alguns livros? Não dá pra saber. Mas uma coisa é certa: os derivados vão acontecer.

Não é um fenômeno isolado. Enquanto a Disney anuncia séries sobre o universo de Star Wars para o seu futuro serviço de sreaming, o Amazon Prime Video fará produções do mundo de J.R.R. Tolkien, o autor de Senhor dos Anéis. Uma prova de que sagas já consagradas podem ser ainda mais exploradas – e lucrativas.

Fonte: SuperInteressante

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