Suspeita de coronavírus em Rondônia ainda não foi descartada

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O Ministério da Saúde ainda não descartou ocaso suspeito de coronavírus em Rondônia. A paciente monitorada é uma mulher de 43 anos que viajou ao Japão, em fevereiro, e durante o voo de volta, esteve no mesmo avião do paciente de São Paulo com diagnóstico já confirmado para coronavírus.

Rondônia entrou na lista de de estados suspeitos para COVID-19 no dia 2 de fevereiro, após a mulher de Porto Velho apresentar sintomas semelhantes ao da doença que já matou 3.557 pessoas em 95 países e territórios – de acordo com o levantamento do jornal The New York Times de sábado (7).

A previsão era que o exame da paciente ficasse pronto e fosse divulgado no sábado (7), mas a Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) informou que houve uma prorrogação e o resultado deve sair apenas na segunda-feira (9).

No Brasil, até este domingo (8), já são 19 pacientes confirmados com coronavírus e há 674 casos suspeitos.

Por que a paciente de RO é considerada suspeita para coronavírus?

A moradora de Porto Velho veio do Japão em 20 de fevereiro, fez uma conexão em Paris e chegou ao Brasil no dia 22 do último mês.

Entre Paris e Guarulhos ela voou com um paciente infectado, confirmado pelo Ministério da Saúde. Cinco dias depois de desembarcar em Rondônia, a mulher começou a sentir sintomas como febre, dor de garganta, tosse, dor de cabeça e fraqueza.

Ela procurou o pronto atendimento Ana Adelaide, em Porto Velho, foi atendida e orientada a ficar em casa enquanto era acompanhada. Desde então, ela segue em isolamento domiciliar com visitas apenas de familiares mais próximos e profissionais de saúde.

 

No início de fevereiro, dois casos em Rondônia chegaram a ser apontados como suspeitos pela Sesau, após dois moradores rondonienses viajarem até São Paulo e dividirem um táxi com um chinês. Depois que retornaram, o homem e a mulher apresentaram sintomas “sugestivos” ao coronavírus.

Mas, em uma postagem no Twitter, o ministro Luiz Henrique Mandetta afirmou que a pasta revisou os casos notificados em Porto Velho e os descartou.

A doença provocada pela variação originada na China foi nomeada oficialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como COVID-19, em 11 de fevereiro. Ainda não está claro como ocorreu a mutação que permitiu o surgimento do novo vírus.

Outras variações mais antigas de coronavírus, como SARS-CoV e MERS-CoV, são conhecidas pelos cientistas. Eles também chegaram aos humanos por contato com animais: gatos, no caso da Sars, e dromedários, no vírus Mers.

Fonte: G1.Globo

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