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Turista abre cofre fechado há décadas no Canadá na 1ª tentativa

Stephen Mills é soldador e, durante passeio com a família em um museu, usou ‘combinação típica’, por brincadeira, para destrancar objeto exposto – que especialistas nunca conseguiram abrir.

Um turista canadense conseguiu abrir um cofre que estava fechado havia décadas e que estava exposto em um pequeno museu do país, acertando o “segredo” para isso na primeira tentativa que fez, por acaso.

Stephen Mills estava visitando o Vermilion Heritage Museum com a família quando tentou abrir a caixa de ferro “por brincadeira”.

O museu na província de Alberta já havia tentado desbloquear o cofre várias vezes – sem sucesso. O objeto estava fechado desde o final dos anos 70.

O museu, localizado na antiga sede de uma escola, abriga uma coleção sobre a história de Vermilion, cidade de pouco mais de 4 mil habitantes.

Mills, que mora em Fort McMurray, em Alberta, visitava o local com a família durante um feriado em maio quando decifrou o segredo.

“Temos aprendido nos nossos acampamentos de verão que toda cidade pequena, não importa onde você vá, tem alguma coisa a oferecer,” disse ele à BBC News.

‘Intrigados com o cofre’

A família visitou o museu com um guia voluntário identificado como Tom Kibblewhite.

Um dos objetos em exibição era o cofre – originalmente do Brunswick Hotel, da cidade, inaugurado em 1906.

Acredita-se que ele tenha sido comprado pelo estabelecimento no ano seguinte.

Ele foi doado ao museu no início dos anos 90, depois que o hotel mudou de dono e foi renovado.

Mills disse que a família inteira ficou “intrigada” quando viu o objeto.

Como ele acertou a combinação?

O museu já havia pedido ajuda de especialistas e ex-funcionários do hotel para decifrar o código. Também já havia tentado combinações de fábrica, mas nenhuma das estratégias havia sido bem sucedida.

Como a família Mills, outros visitantes do museu brincavam tentando abrir o objeto, mas sem sucesso.

Observando que os números de discagem variavam de zero a 60, Stephen, que trabalha como soldador, decidiu tentar 20-40-60.

“É uma combinação típica de bloqueio em que você gira três vezes no sentido horário – 20 – duas vezes no sentido anti-horário – 40 – uma vez no sentido horário – 60”, disse ele. “E acabou dando certo”.

A presença de poeira no mecanismo de travamento, segundo ele, pode ter dificultado a abertura do objeto nos últimos anos.

Kibblewhite disse à BBC que “foi emocionante” ver a porta finalmente se abrindo.

O que havia no cofre afinal?

Infelizmente, não havia nenhum tesouro dentro do cofre. O objeto continha um contracheque antigo e parte de um bloco de comandas de restaurante, com recibos datados do final dos anos 70.

O bloco incluía a nota de compra de um hambúrguer de cogumelos por 1,50 dólares canadenses (o equivalente a R$ 4,35) e de um pacote de cigarros por 1,00 dólar canadense (R$ 2,90).

“Eles (os papeis encontrados) não têm valor realmente, mas são de grande interesse para nós. Eles nos dão um pouco de noção de como eram os lugares em 1977, 78”, disse Kibblewhite.

Quais eram as chances de acertar?

As chances de Mills acertar a combinação eram mínimas, diz Jeffrey Rosenthal, da Universidade de Toronto e autor do livro Knock on Wood: Luck, Chance, and the Meaning of Everything (Bater na madeira: Sorte, Acaso, e o Significado de tudo, em tradução literal).

Ele calculou a chance de adivinhação na primeira tentativa como sendo 1 em 216.000. Seus cálculos supunham que os números do cofre iam de 1 a 60.

Algumas fechaduras, no entanto, admitem margem de variação, e se este tinha uma margem de três dígitos, as chances ficariam em 1 em 8.000, “o que ainda significa uma chance pequena”, segundo Rosenthal.

O fato de a combinação estar em um padrão específico e não parecer ser uma combinação aleatória de números também poderia ser considerado no cálculo das probabilidades, acrescentou ele.

Fonte: G1.Globo

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